sábado, 13 de abril de 2013
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Baseado em fatos reais
quinta-feira, 11 de março de 2010
Histórias fictícias [8]
Esta é uma história fictícia, inventada da minha cabeça mesmo, qualquer semelhança dos personagens com alguém que você conhece é mera coincidência. Ou não, sei lá.
Cena:
Quinta-feira, dia da permanência no hospital em que um grupo de amigos (Primo, Mornaga e Taves) do 9º período de medicina da UFPE está pagando o rodízio de clínica médica. Juntos com os residentes ainda R1, Lauso e Coral, eles resolvem as pendências da manhã e fazem o internamento de novos pacientes.
Até que o dia estava tranqüilo, pois havia apenas 5 internamentos para se fazer. Taves e Primo foram os escolhidos para internar dois pacientes, enquanto Mornaga ficaria com apenas um.
A certa altura, por volta das 16h, Mornaga já estava praticamente livre, enquanto Taves e Primo passavam os casos de seus primeiros internamentos para os residentes a fim de que eles pudessem dar o encaminhamento inicial para os novos pacientes.
Eis que surge um pedido de Lauso:
Lauso diz: Ei, precisamos colher uma gasometria, tem uma paciente com rebaixamento do nível de consciência e etc e tal e blá blá blá.
Então Primo falou:
Primo diz: Já que Taves e eu estamos passando caso, aproveita que Mornaga tá aí sem fazer nada.
Mornaga pergunta: Quem é a paciente?
Lauso diz: É a paciente do leito 30X – 0X.
Mornaga diz: Tá certo, deixa que eu vou. (“Aew Mornaga, vá lá que você consegue sozinha” – disse Primo enquanto ela respondia)
Nisso Mornaga sai e os outros ficamos terminando de passar os novos casos.
Alguns minutos depois Mornaga entra no quarto dos residentes segurando um pedaço de papel, bastante aperriada, suada e falando apressadamente, um típico caso de ansiedade aguda:
Mornaga diz: Minhagentevocêsnãosabemoqueaconteceu,vêaquiseeutôsujadesangue...
Então ela começa a mostrar o rosto, bata, braços, pescoço, no intuito de que procurássemos alguma mancha de sangue em seu corpo.
Lauso diz: Calma, Mornaga, o que foi que aconteceu?
Mornaga diz: A máquina lá da gasometria que entupiu e espirrou o sangue da paciente em mim, melou o chão todinho, a sorte foi que eu desviei, parecia matrix, vuishhh (onomatopéia de “desvio de respingos de sangue”)...
Enquanto todos escutam, estupefatos, o relato de Mornaga, ela mostra o pedaço de papel que trouxe e fala nervosa:
Mornaga diz: Acho que eu perdi minha gasometria......
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Histórias Ficticias (7)
Os personagens da história abaixo são fictícios
Cena:
Ulyxinho está se arrumando para sair. Toma um banho demorado, passa perfume, desodorante, passa gel no cabelo, escolhe uma roupa, etc. Depois de vários minutos se aprontando ele chega para -Primo- e pergunta:
Ulyxinho pergunta: Dá pra notar isso?
Num olhar de relance -Primo- responde:
-Primo- diz: Essa mancha no ombro? Foi a primeira coisa que vi.
Ulyxinho diz: Vou ver se troco...
-Primo- o interrompe: Tu só vai até a padaria pra comprar umas tapiocas, precisa se arrumar tanto assim não, ninguém vai reparar nisso.
Ulyxinho responde rápido, sem pensar duas vezes:
Ulyxinho diz: Eu ia estar me arrumando feito um viado só pra ir pra padaria?
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Histórias Ficticias (6)
A história 5 não está disponível para o público em geral.
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Os personagens da história abaixo são fictícios.
Cena:
Último dia de provas da faculdade, um grupo de amigas (Sofia N., Sofia T., Salyne, Taciliana, Pettyscan, Igor e mais algumas) resolve comemorar as férias com um jantar.
Após a prova, por volta das 11h30, elas se reúnem para combinar os detalhes. Sofia N., a mais faladeira do grupo, dá a idéia:
- Sofia diz: Ô povo, a gente podia aproveitar que vai para a reunião no HAM e de lá já sai pra comer em algum lugar.
- Todas dizem: “é”, “pode ser”, “por mim tanto faz”, “vamos pra onde?”, “quem mais vai?”
- Sofia diz: Ô povo, eu tava pensando no Macunaíma, eu quero comer é muito hoje!
- Todas dizem: “é”, “pode ser”, “por mim tanto faz”, “depois da reunião a gente vê”, etc.
Tudo (quase) perfeito. Parcialmente acertado os detalhes, todas vão para casa almoçar e descansar, pois a reunião no HAM só aconteceria às 17h.
Pettyscan foi para a reunião de carona com -Primo-, e foi por meio dela que ele ficou sabendo de parte dos detalhes desse jantar-despedida das aulas. Já devidamente acomodados nas cadeiras do auditório do HAM, Pettyscan localiza Sofia N. e chama por ela:
- Pettyscan diz: Sofia, tudo certo pro jantar depois daqui, né?
Sofia se faz de besta e ri de algo que Salyne, que estava sentada ao seu lado, falava para algumas meninas que estavam por ali, ignorando totalmente a pergunta de Pettyscan. Nisso -Primo- fala:
- Primo- diz: Sofia, para de desprezar Pettyscan.
Ela faz cara de sonsa e fala:
- Sofia diz: Oi, diz.
E Pettyscan repete:
- Pettyscan diz: Tá tudo certo pro jantar, né?
E Sofia dá uma risada irônica e pergunta:
- Sofia pergunta: E tu ia é?
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domingo, 18 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
TPM?
Primeiro veio o aviso:
Cinco dias depois, ela, Fuuuuuu, me pediu pra gravar um dvd com alguns episódios da saga de Hades dos Cavaleiros do Zodíaco. Como eram poucos episódios, sobrou muito espaço no disco. Pra não deixar 2gb de bobeira, eu gravei alguns episódios de outros animes que por acaso eu tinha no meu pc na hora. Então eu coloquei Dragon Ball KAI, GANTZ, Higepiyo e Night Shift Nurses (NSN, falado na imagem abaixo). Dia 30/08, após chegar da faculdade, eu entrei no meu orkut e encontrei as mensagens abaixo.
Eu nunca tinha visto uma mulher com TPM, agora eu acredito que ela existe. huahuahuahuahua
Clique aqui para assistir a um pequeno trecho de Night Shift Nurses, um anime hentai muito bom huahuahuahua eu recomendo.
domingo, 26 de julho de 2009
Histórias Ficticias (4)
Os personagens da história abaixo são fictícios.
Cena:
Anfiteatro 2 do hospital, a turma está reunida com um professor discutindo sobre uma questão da prova se deveria ser mantida ou anulada.
Ambas as partes expõem seus argumentos, e cada vez que alguém fala, professor ou aluno mesmo, a turma (quase) toda faz um levante. Cada um que grite alguma coisa, o negócio é fazer barulho.
Depois de se desinteressar pelo resultado da discussão, -Primo-começou a notar uma voz diferente no meio da algazarra que se forma durante os levantes. E quando o próximo começa, ele se vira e "pega no flagra": Tales, mais conhecido como "O sombra", sempre quieto e calado, estava cobrindo a boca com uma das mãos e gritando com a turma:
- Tales grita (e a turma também): "Anula essa poha", "pode fazer isso não", "tá errado".
Na hora -Primo- começa a rir. Tales tirando onda na sala, inédito!, mas o inesperado ainda está por acontecer.
Em certo momento, a discussão já está se acalmando, mas ainda acontecem alguns levantes, e Tales junto. Então o professor fala algo, mas por acaso a turma se mantêm calada e aí uma voz se destaca na multidão:
- Tales grita: Anula essa poha!
Fail!
terça-feira, 23 de junho de 2009
Histórias Ficticias (3)
Os personagens da história abaixo são fictícios.
Cena:
Final de tarde de uma sexta-feira, uma hora após a prova de epidemio (lembra?), um grupo de seis amigos (Neto, Erton, Walter, Levy, Tales e -Primo-) se reúne para jogar bola no estacionamento do departamento de farmácia da universidade.
A iluminação seria melhor se os três postes do local funcionassem, mas apenas um está aceso. E para tornar a identificação uns dos outros mais difícil, como vem acontecendo a três semanas consecutivas, está chovendo (a semana toda de estio e chove logo na sexta... impressionante).
Os times alternavam a cada 5 gols. No momento eles são: Erton, Tales e Levy do lado escuro do “campo” e Walter, -Primo- e Neto do lado da luz.
A chuva atrapalha muito, e principalmente a Levy que está jogando de óculos; o máximo que ele pode fazer é falar muito: “volta, volta”, “to sozinho aqui atrás”, “olha fulano livre”, “socorro!”, é quase um Dunga.
Numa jogada rápida, Walter e -Primo- partem para o ataque, e Levy e Tales estão atentos e voltam rápido. Tales começa a pressionar Walter pela lateral direita e está quase roubando a bola, quando escuta Levy gritando:
- Levy grita: Tô aqui! Tô aqui!
Tales então pensa:
- Tales pensa: Beleza, vou diminuir o ritmo pra Walter ter uma chance de chutar, então Levy que está lá atrás na barra pega a bola.
Tales “vacila” e Walter consegue um passe para -Primo-, que está na cara do gol e só precisa encostar na bola para que ela role para dentro do gol.
- Todos do time: GOL!!!!
Nisso todo mundo olha pra Levy, que havia gritado “tô aqui”, mas mesmo assim deixou o gol passar, e reparam que ele está a quase
Perdeu vacilão.
Acabou. Troca o time!
sábado, 13 de junho de 2009
Histórias Ficticias (2)
Os personagens da história abaixo são fictícios.
Cena:
Sexta-feira à tarde, aproximadamente 14h. Em uma sala estão 36 alunos fazendo prova de epidemiologia, que é em grupo e cada um formado por quatro alunos.
A prova em si é uma zona, pois a sala é pequena e os grupos interagem uns com os outros. Desconsidere.
O foco da história está sob um grupo em particular: Sofia, Lídia, Renata e -Primo- (nomes fictícios), um grupo que está na extremidade do grande amontoado de cadeiras que se formou no início da prova.
A prova tem previsão de durar duas horas. Aproximadamente 1h já se passou e o grupo está cansado, distraindo-se com mais facilidade. Renata e Lídia conversam sobre algo totalmente não relacionado a qualquer assunto relativo à prova, Sofia está assaz concentrada escrevendo algo que pode ajudar o grupo e -Primo- está observando a baderna que toma conta da sala enquanto a professora fica gritando “shhh... silêncio por favor”.
Inesperadamente, -Primo- se vira para Sofia e fala:
-Primo- diz: Sofia, descarga de 360 joules!!!!
E dá uma estocada com dois dedos na barriga de Sofia, mais ou menos na altura das costelas flutuantes dela. Sofia se contrai de dor e agonia e revida com altos brados (por sorte não ouvidos pela turma devido a bagunça dominante):
- Sofia diz: PUTA QUE PARIU CARALHO!!!! EU TÔ CONCENTRADA AQUI RESOLVENDO A PORRA DA QUESTÃO E TU VEM ME ATRAPALHAR MISÉRA!!!!
A professora se aproximava do grupo no momento que ela começou a berrar, mas mudou de idéia e deu meia-volta.
Lídia e -Primo- caem na gargalhada. Os dois ficam rindo muito e olhando pra Sofia que fica soltando muxoxos partidos enquanto tenta voltar a escrever.
(Foi a primeira coisa mais engraçada do dia. A segunda contarei outra hora)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Histórias Fictícias (1)
Os personagens da história abaixo são fictícios.
Cena:
Cinco estudantes em uma mesa, três deles (Paula, Sofia e Rodrigo) estudando e dois (Marcela e -Primo-) só olhando as pessoas que passam. Então:
- Marcela diz: Vou estudar contigo, Rodrigo, tudo bem?
- Rodrigo diz: Tudo, vem aqui.
Nisso eles começam a estudar, só que antes Rodrigo lia seu texto em silêncio, e agora ele começa a falar o que lê.
- Rodrigo diz: “Os elementos vitamina-K dependentes na cascata de coagulação são...”
Marcela escuta o que Rodrigo lê e acompanha pela ficha.
-Primo-, que observava tudo ali, falou:
- Primo- diz: Rodrigo, quando Marcela disse “estudar contigo” eram os dois em silêncio, cada um na sua, ela só queria ler pela tua ficha.
Rodrigo diz não entender o que -Primo- disse e pergunta a Marcela o que foi dito.
- Marcela diz: Não, é que ele disse..... (e repetiu)
Ele entende a mensagem e pergunta:
- Rodrigo diz: É verdade, Marcela?
Marcela então emite uns ruídos/murmúrios/sussurros/grunhidos quase inaudíveis e balança a cabeça:
- Marcela diz: hein......... errrrrr.......... hummmm........... é sim.
- Rodrigo diz: Beleza, obrigado por avisar.
E ficaram em silêncio.
EDIT: mudei o nome do post para "histórias", porque faz mais sentido do que "diálogos".


